O INCIDENTE DE TUNGUSKA


"Poucas pessoas sabem, mas já aconteceram e ocorrem até os dias de hoje fenômenos fantásticos em nosso planeta, os quais estão ligados à Visitantes de outros mundos, sendo que todos esses fatos são encobertos por autoridades governatmentais de vários países."


 

O fato descrito à seguir aconteceu já à muito tempo, deixando um rastro de mistérios até os dias de hoje!

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O EVENTO DE TUNGUSKA (ARQUIVOS OFICIAIS)

Tunguska é uma região da Sibéria Central (Coordenadas GPS - Latitude / Longitude: 60°55'0"N, 101°57'0"E) onde, às 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após uma bola de fogo ser vista atravessando o céu.
Não foram encontrados vestígios de meteorito ou explosão nuclear, causando uma onda de impacto que devastou toda a região do Lago Baikal (Coordenadas GPS - Latitude / Longitude: 53°23'48.06"N, 108°16'45.01"E), afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska.

Abaixo está a localização aproximada onde ocorreu o evento de Tunguska:

O INCIDENTE

Na manhã de 30 de junho de 1908, o fazendeiro S. B. Semionov estava sentado na varanda de sua casa, no isolado posto comercial de Vanavara, Sibéria, 750 quilômetros a noroeste do lago Baikal.
Eram apenas sete e quinze da manhã, mas o dia já estava bem claro, pois no verão o sol nasce cedo nessa latitude setentrional. Próximo dali, o vizinho de Semiónov, P. P. Kossalopov, estava arrancando pregos de uma janela.
Nenhum deles poderia fazer idéia do drama que estavam prestes a presenciar.

Árvores entortadas como simples gravetos.
Subitamente, Semiónov alarmou-se ao ver, do lado noroeste, uma enorme bola de fogo que "cobria grande parte do céu".
O fazendeiro contorceu-se de dor, pois o calor da bola de fogo parecia estar queimando sua camisa.
O vizinho Kossalopov largou o alicate que estivera usando e levou as mãos às orelhas, que pareciam estar em brasa.
Primeiro olhou para o telhado de sua casa, com medo de que estivesse em chamas, depois virou-se para Semiónov.
"Você viu alguma coisa?", perguntou Kossalopov.

"Como poderia não ter visto?", respondeu o apavorado Semiónov, ainda sentindo as queimaduras.
Alguns segundos depois, a cegante bola de fogo, de um azul brilhante, arrastando uma coluna de poeira, explodiu 65 quilômetros adiante, com tal força que derrubou Semiónov de sua varanda, deixando-o inconsciente por alguns segundos.
Recuperando-se, ele pôde sentir tremores de terra que sacudiam a casa toda, arrancando a porta do celeiro e quebrando vidraças.
Na casa de Kossalopov, caiu terra do teto. Ruídos de trovão enchiam o ar.

A grande bola de fogo siberiana de 1908 foi um acontecimento tão excepcional que provocou uma controvérsia que dura até os dias de hoje. As explicações dadas para o fato atingem o domínio do bizarro, incluindo a hipótese extraordinária de ter sido causada por nada menos que a aterrissagem forçada de uma nave espacial nuclear, talvez mesmo de origem extraterrestre.

A área onde caiu o objeto, o vale do rio Tunguska Médio, era escassamente habitada pelos tunguses, um povo mongólico nômade que cria renas. Próximo ao centro da queda, ao norte de Vanavara, inúmeros tunguses foram atirados ao ar pela violenta explosão, e suas tendas, carregadas por um forte vento.
Ao redor deles, a floresta começou a arder.

Ao inspecionar cautelosamente o local da explosão, os atordoados tunguses encontraram terríveis cenas de devastação.
Árvores haviam sido derrubadas como palitos de fósforos numa área de 30 quilômetros em torno.
O intenso calor fundira objetos metálicos, destruíra depósitos e queimara muitas renas, matando-as. Nenhum animal da área sobreviveu, mas, milagrosamente, nenhum ser humano foi morto. Houve também relatos de uma misteriosa "chuva negra".

Os efeitos da explosão de Tunguska foram ouvidos e sentidos a 1000 quilômetros ao seu redor.
Testemunhas do distrito de Kansk, a 600 quilômetros dali, disseram que alguns pescadores foram atirados ao rio e cavalos foram derrubados por ondas de impacto, enquanto as casas tremiam e objetos caíam das prateleiras.
O condutor do trem expresso Transiberiano parou a composição com medo de um descarrilamento, quando os vagões e a locomotiva começaram a tremer.

Outros efeitos foram notados pelo mundo inteiro, mas sua causa permaneceu desconhecida por muito tempo, pois as notícias sobre a bola de fogo e a explosão foram pouco difundidas durante muitos anos.
Ondas sísmicas como as de um terremoto foram registradas em toda a Europa, assim como perturbações no campo magnético da Terra. Os meteorologistas notaram que ondas de choque atmosférico da explosão circularam a Terra duas vezes.

 

Árvores caídas aós a explosão.
Foto tirada durante a expedição de Kulik em 1927

 

INVESTIGAÇÕES APÓS O INCIDENTE


Os mistérios dessa surpreendente manifestação poderiam ter sido solucionados se os cientistas tivessem chegado ao local imediatamente, mas a instabilidade da situação política na Rússia, manteve-os concentrados em assuntos mais urgentes.
A primeira expedição, chefiada por Leonid Kulik do Instituto Meteorológico Russo, só chegou à região 13 anos depois.
Os expedicionários esperavam encontrar uma cratera de meteorito, mas, surpresos, não encontraram nada parecido.

Descobriram que as árvores foram danificadas de cima para baixo e, além disso, que as mais próximas do local do impacto ainda estavam em pé, embora descascadas e desgalhadas. As mais afastadas estavam achatadas e apontavam para a direção contrária ao centro da explosão. Kulik e os colegas, apesar da busca, não encontraram fragmentos de meteorito.
Se o objeto de Tunguska fosse um asteróide ou meteoróide, feito portanto de ferro e rocha, ou os fragmentos existem e não foram encontrados pelas seguidas expedições científicas soviéticas ou então, o objeto que veio pulverizou-se completamente na explosão.

 

AS INVESTIGAÇÕES NOS DIAS DE HOJE

Uma expedição científica siberiana afirmou recentemente ter encontrado provas que confirmariam a teoria de que o meteorito de Tunguska, o maior já caído na Terra, foi, na realidade, uma nave espacial extraterrestre.


Um comunicado do governo regional de Evenkia, divulgado por jornais online, diz que exploradores da fundação estatal siberiana Fenômeno Espacial de Tunguska acreditam ter encontrado elementos de um artefato técnico extraterrestre.

"Encontramos o que queríamos", declarou o diretor científico da expedição e presidente da fundação, Yuri Labvin.
O cientista é fervoroso partidário da teoria de que foi um objeto voador não-identificado (Ovni) que explodiu na Sibéria há 96 anos.
Naquele dia 30 de junho de 1908, o fenômeno de Tunguska, assim chamado pelo rio que passa perto do local, causou uma enorme explosão, equivalente a 500 bombas atômicas como a de Hiroshima, arrasando 2.200 quilômetros quadrados de florestas.

A explosão deu origem a um dos grandes enigmas do século passado que ainda suscita discussões apaixonadas entre cientistas.
A versão mais difundida diz que a Terra foi atingida por um asteróide ou um fragmento de cometa.
No entanto, mais de 30 hipóteses e teorias foram levantadas sobre o fenômeno de Tunguska.
As mais exóticas falam de um meteorito feito de antimatéria, de um pequeno buraco negro que teria atravessado a Terra e até da queda de uma nave extraterrestre.

Vários  fatos demonstram que a explosão aconteceu sobre a superfície  terrestre, no ar.
Não  foi  formada nenhuma cratera no epicentro da  catástrofe. Nenhuma das mais de 200 expedições ao  local  encontraram um único fragmento do corpo celeste.
As árvores em volta  ficaram  inclinadas para fora do enorme círculo de 60 quilômetros e as do centro continuaram de pé.
 
Na  ocasião, mais de 1.000 especialistas do Observatório de  Irkutsk  observaram a queda sobre a taiga siberiana.
Eles deixaram registro das surpreendentes "manobras" que o objeto realizava ao longo de sua trajetória,  como se estivesse sendo pilotado.A teoria particular de Yuri Labvin, que dirigiu esta última expedição, sugere que o fenômeno foi originado por uma "Nave Interplanetária Extraterrestre".

A nave teria salvo a Terra de uma catástrofe, ao destruir ou desviar um corpo espacial que se dirigia para o planeta.
Segundo o comunicado oficial, a expedição, integrada por 14 exploradores, geólogos, professores e estudantes da Universidade de Krasnoyarsk, rastreou durante duas semanas um setor escolhido com base em análise de fotografias tiradas do espaço.

Nesta região, perto da cidade de Poligus, 500 quilômetros a oeste de onde as expedições anteriores trabalharam, foram descobertas crateras de até 500 metros de profundidade e detectados fenômenos anormais.
Os exploradores dizem ter encontrado uma das chamadas "pedras-rena", mencionadas por algumas testemunhas oculares da catástrofe. Eles levaram um pedaço da rocha, de 50 quilos, para analisar em Krasnoyarsk.

Segundo o portal NEWSru.com, depois da conferência realizada em 1998 em Krasnoyarsk por ocasião do 90º aniversário do acontecimento, Labvin exibiu duas barras supostamente feitas de um metal desconhecido.
Ele teria encontrado os objetos durante uma expedição anterior, perto do povoado de Vanavara, a 65 quilômetros do qual aconteceu a explosão.
"Os resultados da expedição, segundo seu diretor, permitem esperar que o mistério do fenômeno cósmico seja revelado sem falta no centenário da queda do meteorito de Tunguska", anunciou a agência Interfax.


Já o site Utro.ru advertiu que ufólogos, animados pelas novas descobertas, já se preparam para viajar até a área coberta pela expedição, e ironizou: "A palavra "meteorito" já deve ser escrita entre aspas, já que o que explodiu foi um Ovni".

 

 


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